quarta-feira, 15 de setembro de 2010

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Personagens do Livro da Selva



 Livro da Selva

Personagens
Maugli

O rapazinho criado pelos lobos a quem foram ensinados todos os segredos da selva, tornando-se assim destemido e forte. Criado pela alcateia vê Racxa como sua mãe.


Áquêlá

O velho lobo sabido, chefe da Alcateia, que vela para que os lobos observem a Lei da Selva.




Bálu

O urso bom e sábio, embora grande, gordo, pesadão e dorminhoco, é o mestre das Leis da Selva. Ensina a Maugli as leis da selva e as canções. É divertido e o melhor amigo de Maugli


Baguera

A grande pantera negra, caçadora forte e astuta, ensina a caçar e a viver na selva. É também hábil, valente e dura.




A grande serpente bonacheirona e velha, um pouco lenta no andar, mas muito voraz. O seu olhar é fascinante. Cobra interesseira, salva Maugli quando sente que pode ganhar com isso.



Haiti

O enorme elefante selvagem que por onde passa deixa um largo rasto. É a trombeta da selva que anuncia os acontecimentos importantes. É também o general da selva, faz com que todos se respeitem e cumpram a lei





Tchill

O milhafre de grandes asas e voo vertiginoso, provido de olhos telescópicos. Pode dizer-se que é o sentinela da selva.


Racxa

A mãe loba que amamentou Maugli e a ajudou a sobreviver na Alcateia e na selva.




Rama

O chefe da grande manada de búfalos.



Xercane

O grande tigre cruel e cobarde, todo ele é listas, dentes e garras.



Tabaqui

O chacal, animal mesquinho que vagueia atrás dos animais caçadores para comer os restos. Sempre lisonjeador e preguiçoso.


Banderlogues

Os macacos sem lei e ignorantes, tagarelam e palram em vez de trabalhar. São maus e sujos.


quinta-feira, 29 de abril de 2010

Oração do Lobito

Divino Menino Jesus,
Nós Vos oferecemos inteiramente,
O nosso coração.
Enchei-o das Vossas virtudes,
E ensinai-nos a imitar-Vos.
Nós queremos seguir o Vosso exemplo,
Com toda a boa vontade,
Para assim, com a ajuda da Vossa Mãe,
Maria Santíssima,
Crescermos em graça e em idade.

Ámen.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

O Natal na Selva de Kanivara





Frio, frio, e ainda mais frio, na temperatura dos termómetros, mas muito calor e animação foi o que se viveu na Quinta da Gâmbia, nos dias 18, 19 e 20 de Dezembro.

A aventura começou na estação de Corroios, onde distribuímos o material pelas mochilas de todos, e embarcámos no comboio com destino a Setúbal. Em passo rápido dirigimo-nos para o terminal de autocarros, mesmo a tempo de ver partir sem nós o autocarro que nos deveria levar até perto do local do acampamento. Empilhadas as mochilas no chão foi tempo de jantar, de verificar as alternativas – esperar pelo próximo autocarro… ou esperar pelo próximo autocarro – e telefonar para a Quinta da Gâmbia, para avisar que não estaríamos na paragem do autocarro à hora prevista, onde um jipe nos iria buscar para percorrermos o último troço do percurso.

Foi aí que a simpática D. Ana surpreendeu o Áquelá, ao dizer que o caseiro iria buscar parte do grupo a Setúbal – e logo se escolheram os elementos que iriam começar a montar as tendas, enquanto os restantes esperariam pelo autocarro. Mas a surpresa continuou, porque o Sr. António voltou para buscar o resto do grupo. Quando nos reunimos, foi só acabar de montar a tendas e todos nos preparámos para ir dormir.


No dia seguinte pudemos apreciar a beleza do local onde nos encontrávamos: em plena natureza, num montado de sobreiros e com o estuário do Sado ao fundo. Depois da higiene e do pequeno-almoço, juntámos a lenha necessária para alimentar a fogueira, e foi junto ao seu calor que nos sentámos para ouvir o Áquelá explicar o sistema de progresso e as novas formas de negociar as provas que se vão passar a designar oportunidades pedagógicas – explicação bem ilustrada com uma peça improvisada, com o Rodrigo a fazer de Áquelá! O resto do dia desenrolou-se numa sucessão de tempos de aprendizagem, divertimento, jogos e até um atelier de presépios, em que cada Bando deu largas à sua imaginação e criatividade.


Depois do jantar, teve lugar o Fogo de Conselho: à luz das chamas vivas da fogueira, sucederam-se peças e canções que culminaram numa cerimónia muito solene: a investidura das guias e sub-guias dos bandos preto e cinzento que durante muito tempo ficará não só nas suas memórias, mas na memória de todos os elementos desta Alcateia!

No Domingo acordámos cedo para chegarmos a tempo à Capela da Quinta, para a Eucaristia celebrada pelo Pe. Nuno, assistente do Agrupamento de Cascais, cuja II.ª Secção também estava acampada na herdade.

Após um pequeno passeio, a nossa simpática anfitriã acompanhou-nos até ao local do acampamento onde muito apreciou a organização do nosso campo e todos lhe agradecemos a sua simpatia e hospitalidade.

Começámos a desmontar o campo e a arrumar tudo de novo nas mochilas. Em seguida ao almoço, e de mochila às costas partimos para um percurso de cerca de 2,5km, até à paragem do autocarro que nos levou de volta a Setúbal. Na estação, enquanto esperávamos o comboio, houve ainda tempo para fazer uma avaliação e todos tivemos oportunidade de dizer o que mais e menos gostámos desta Caçada.

Foi com muita animação que fizemos a viagem de regresso. Os pais aguardavam ansiosamente a nossa chegada em pleno cais, e foi nesse mesmo local que fizemos a última formatura de 2009. A Caçada tinha terminado e podíamos partir para viver este período de Natal, com o coração cheio de calor. E a chuva, que simpaticamente parou no início da nossa Caçada, aguardou até este momento para recomeçar a cair…

Racxa