segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

A NOSSA CAÇADA

A Alcateia já tem tema para a sua caçada

Imaginem um um bando de lobitos transformados em Dalmatas......

não pode ser verdade , mas é.

VAMOS AO TRABALHO LOBITOS.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

1º.Domingo do advento






Durante esta primeira semana as leituras bíblicas e a prédica (Sermão/Homilia) são um 

convite a seguir o Evangelho :

 “Velem e estejam preparados, pois não sabem quando chegará o momento”.


Tal como o lobito deve estar sempre alerta, assim também durante a primeira semana que 

nos prepara para o Advento , o Evangelho nos faz esse pedido – Vigiai, velem , estejam 

preparados são palavras que querem dizer exactamente a mesma coisa.


Devem queridos lobitos, durante esta primeira semana, por em prática a 2ª. Máxima –   



“O lobito sabe ver e ouvir” 



e em família  acenderemos a primeira vela da Coroa do Advento, de cor roxa, como sinal de 


vigilância e desejo de conversão.


Como trabalho Prático – Quero que no vosso caderno de caça desenhem a 1ª. Vela do 


advento, para depois em alcateia as colocarmos no Covil.



terça-feira, 18 de novembro de 2014

Olá lobitos

Então já descansaram do acantonamento?  E a vida continua....

Como já vos expliquei a partir de agora, vão viver em bando, cada um de vós tem que respeitar e fazer todo o possível para que o seu bando seja o melhor, devem estar atentos aos pata tenras, respeitarem-se uns aos outros e ter sempre presente as Máximas do Lobito :

Para este mês e até ao Natal vamos viver a 1ª. Máxima -

"O LOBITO PENSA PRIMEIRO NO SEU SEMELHANTE"

Façam um trabalho no caderno de caça, que pode ser um desenho ou um texto
sobre a primeira máxima - de que forma devem cumpri-la.

 No  Próximo domingo é dia de Cristo Rei, e estejam com atenção porque no Evangelho que o Sr Padre vai ler hão-de ouvir o seguinte:

.......
Quando foi que te vimos doente ou preso e fomos te visitar?’
Então o Rei lhes responderá: ‘Em verdade eu vos digo que todas as vezes que fizestes isso a um dos menores de meus irmãos, foi a mim que o fizestes!’....

Vejam a  ligação   deste excerto com a nossa máxima

Aquelá

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

4 OUTUBRO

Ora viva queridos Lobitos, ainda se lembram da Aquelá?

Então cá vai o primeiro desafio do ano - Amanhã é dia 4 de Outubro e para os lobitos é um dia muito importante - É O DIA DO SEU PATRONO - S. FRANCISCO DE ASSIS.

Escrevam qualquer coisa relacionado com a sua vida e guardem no vosso Caderno de Caça.

Um beijinho

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Continuação da conversa sobre "O KIM"


Lembram-se da nossa conversa sobre o: "Sabem foi o KIM?" e a Catarina responde prontamente - é o meu pai.

Gargalhada geral - ora vejam lá se o KIm se parece com Quim  pai da Catarina.




A História do Kim
Extracto do livro "Escutismo para Rapazes", de Lord Baden-Powell 
Palestra de Bivaque Nº1 - "As aventuras de Kim"

"Um bom exemplo daquilo que um Escuteiro pode fazer encontra-se na história do Kim, da autoria de Rudyard Kipling.
Kim, ou, para lhe darmos o nome completo, Kimball O’Hara, era filho de um sargento de um regimento irlandês da Índia. O pai e a mãe morreram-lhe quando era criança e ele ficou entregue aos cuidados de uma tia.
Por companheiros tinha só rapazes indígenas e pôde, assim, aprender a falar a língua deles e a conhecer todos os seus costumes. Ele e um velho sacerdote ambulante tornaram-se grandes amigos e juntos percorreram todo o norte da Índia. Um dia, Kim encontrou por acaso o antigo regimento do pai, em marcha, e quando fazia uma visita ao acampamento foi preso por suspeita de furto. Encontraram-lhe a certidão de nascimento e outros documentos e o pessoal do regimento, vendo que ele lhe pertencia, tomou conta dele e mandou-o educar. Mas, todas as vezes que conseguia ir passar férias fora, Kim vestia-se à moda indiana e andava entre os indígenas como se fosse um deles.
Passado tempo conheceu um certo Lurgan, negociante de jóias antigas e de curiosidades, o qual, devido ao conhecimento que tinha dos indígenas, pertencia aos serviços de informação governamentais.
Este homem, descobrindo que Kim conhecia tão bem os hábitos e costumes indígenas, viu que ele poderia vir a ser um elemento valioso dos serviços de informação. Deu-lhe por isso lições sobre a maneira de observar e fixar pequenos pormenores, coisa muito importante na preparação de um explorador.
Preparação de Kim
Lurgan começa por mostrar a Kim uma salva cheia de pedras preciosas de variedades diferentes. Deixou-lhas ver durante um minuto, depois cobriu-as com um pano e perguntou-lhe quantas e que qualidade de pedras vira. A princípio Kim não conseguia lembrar-se senão de algumas, e não sabia descrevê-las com exactidão, mas com alguns ensaios não tardou a fixar tudo muito bem. E o mesmo se fez com muitas espécies de objectos.
Por fim, depois de ter aprendido muitas outras coisas, Kim foi nomeado agente do serviço secreto, e recebeu uma senha secreta – a saber, um medalhão ou distintivo para trazer ao pescoço e uma curta frase que, dita de certo modo, indicava que ele pertencia ao serviço.
Kim nos Serviços Secretos
Uma vez que Kim viajava de comboio encontrou um indígena que estava muito ferido na cabeça e nos braços. Explicou ele aos outros passageiros que tinha caído de uma carroça quando se dirigia para a estação. Mas Kim, como bom escuta, notou que os ferimentos eram fundos e não apenas esfoladelas, como seriam se tivesse caído do carro, e não o acreditou.
Enquanto o homem apertava a cabeça com uma faixa, Kim reparou em que ele trazia um medalhão como o seu, que por isso lhe mostrou. O homem introduziu logo na conversa algumas palavras secretas e Kim respondeu com os devidos termos. O desconhecido retirou-se depois com Kim para um canto e explicou-lhe que estava a desempenhar uma missão secreta, e fora descoberto e perseguido por inimigos que quase o mataram. Provavelmente sabiam que ele ia no comboio e, portanto, haviam de telegrafar aos amigos ao longo da via férrea a preveni-los da sua ida. Precisava de comunicar certa informação a um oficial da polícia e evitar que os inimigos o apanhassem, mas não sabia como havia de consegui-lo, se estes estivessem já prevenidos da sua vinda. Kim resolveu-lhe o problema.
Há na Índia muitos mendigos sagrados que vagueiam pelo país. São tidos por muito santos e toda a gente os ajuda e lhes dá esmolas e de comer.
Andam quase nus, cobrem-se de cinza e pintam na cara certos sinais. Kim lembrou-se, por isso, de disfarçar o homem de mendigo. Para isso, misturou farinha e cinza que tirou de um cachimbo, despiu o amigo e esfregou-o todo com a mistura. Também lha aplicou nas feridas, de modo que estas não se notavam. Finalmente, com o auxílio de uma pequena caixa de tintas que trazia consigo, traçou-lhe na testa os sinais apropriados, e puxou-lhe o cabelo para baixo, para lhe dar o aspecto desgrenhado e hirsuto do de um mendigo e cobriu-lho de pó, de modo a que a própria mãe não seria capaz de reconhecer o disfarçado.
Daí a pouco chegaram a uma grande estação. No cais descobriram o oficial da polícia a quem se devia fazer a comunicação. O mendigo disfarçado foi de encontro ao oficial, que o descompôs em inglês. O mendigo respondeu-lhe com um rosário de insultos na língua indígena, no meio dos quais introduziu as palavras secretas. O oficial logo percebeu por elas que o mendigo era um agente. Fingiu que o prendia e levou-o para a esquadra policial, onde lhe pôde falar à vontade e ouvir o que ele tinha a dizer-lhe.
Mais tarde Kim conheceu outro agente dos serviços – indígena educado – e pôde prestar-lhe valioso auxílio na captura de dois oficiais que faziam espionagem.
Estas e outras aventuras de Kim merecem bem ser lidas, porque mostram quais os valiosos serviços que um jovem explorador pode prestar ao seu país em ocasiões de emergência, se estiver devidamente preparado e for suficientemente inteligente."

O Jogo do Kim
Extracto do livro "Escutismo para Rapazes", de Lord Baden-Powell
Palestra de Bivaque Nº11

Colocam-se vinte ou trinta objectos pequenos numa salva, mesa ou até no chão, tais como dois ou três tipos de botões diferentes, lápis, rolhas, farrapos, nozes, pedras, facas, cordel, fotografias – o que se puder encontrar – e cobrem-se com um pano ou casaco. Faça-se um lista destas coisas e uma coluna em frente desta lista para as respostas de cada rapaz.
Depois descobrem-se os objectos durante um minuto marcado pelo relógio, ou enquanto se conta lentamente até sessenta. A seguir cobrem-se outra vez.
O árbitro retira-se depois com um rapaz de cada vez, que lhe enumera em voz baixa os objectos de que se lembra – ou manda-o escrever os nomes – que se apontam na folha do registo.
O rapaz que se lembrar de mais sai vencedor.


segunda-feira, 7 de julho de 2014

O Imaginário dos lobitos : "A CRIAÇÃO DO MUNDO"

Gênesis 1

 ¶ No princípio criou Deus o céu e a terra.
2 E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.
3 ¶ E disse Deus: Haja luz; e houve luz.
4 E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas.
5 E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.
6 ¶ E disse Deus: Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.
7 E fez Deus a expansão, e fez separação entre as águas que estavam debaixo da expansão e as águas que estavam sobre a expansão; e assim foi.
8 E chamou Deus à expansão Céus, e foi a tarde e a manhã, o dia segundo.
9 ¶ E disse Deus: Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca; e assim foi.
10 E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom.
11 E disse Deus: Produza a terra erva verde, erva que dê semente, árvore frutífera que dê fruto segundo a sua espécie, cuja semente está nela sobre a terra; e assim foi.
12 E a terra produziu erva, erva dando semente conforme a sua espécie, e a árvore frutífera, cuja semente está nela conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom.
13 E foi a tarde e a manhã, o dia terceiro.


Leiam com atenção, Deus está no terceiro dia da Criação.
Sábado quero saber o que fez Deus no 4º. e 5º dia.